Depois de um tempo necessário após a 1ª versão da montagem do filme, o chamado 1º corte, a finalização de MATINTA continua em SP. É lá que será feita a pós-produção de som e imagem.
Como captamos em super16mm e o resultado final será em 35mm, temos que fazer o blow up digital, ou seja ampliar o filme de 16mm para 35mm. Esse trabalho será feito na teleimage, que tive oportunidade de visitar na semana passada em SP.
A Teleimage é a principal casa de finalização de América Latina e contam com os mais modernos equipamentos em cinema e vídeo.
Na parte de som, a Miriam Biderman, parceira desde a época do DIAS, fará os efeitos sonoros e a edição de áudio. Foi muito bom assistir o filme com ela já fazendo as marcações de efeitos e ruídos que colocaremos no final, tudo para dar aquele ar de suspense que a história precisa. Já a trilha sonora será feita pelo Alexandre Guerra.
O Alexandre captou bem o clima do filme e já definimos os instrumentos de cada personagem e especificamente a sequência clímax do filme – a sequência da floresta – que é uma parte em que imagem e som têm a mesma importância – a trilha já está sendo composta e espero em breve mostrar um trecho dela aqui.
Agora é só seguir o cronograma nos próximos meses para a esperada conclusão do filme. Depois vem mais trabalho com a estratégia de lançamento e a distribuição em festivais e pelo Pará.
